Capacitação
Ações de informação, ativação e capacitação
Seminários
de divulgação
Seminários de divulgação
Os seminários servirão para divulgar o Roteiro, ao nível das trajetórias e recomendações, tendo como destinatários as empresas do setor.
Workshops de disseminação
Workshops
de disseminação
Os workshops são dirigidos aos quadros técnicos das empresas e visam a disseminação da ferramenta, incentivando os colaboradores à sua utilização como instrumento de apoio à decisão. Pretende-se a criação de uma rede de partilha de informação e boas práticas.
Ações de capacitação
Ações
de capacitação
As ações de capacitação visam dotar os participantes dos conhecimentos associados à temática da Descarbonização, ao nível dos conceitos teóricos sobre os processos, tecnologias e impactos na redução de emissões de GGE.
Capacitação
intra-empresa
Capacitação à medida
Sessões adaptadas às necessidades da empresa.
Ações de Capacitação
28/10/2024 (14h-18h) 30/10/2024 (14h-18h) 8/11/2024 (14h-18h) 13/11/2024 (14h-18h)
Online
Teresa Silva
Reconhecer o atual desafio da operacionalização do desenvolvimento sustentável é um dos desígnios das empresas atuais. Compreender conceitos de Economia Circular, Descarbonização e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é, por isso, fundamental no atual ambiente de transição climática.
21/11/2024 (14h-18h) 27/11/2024 (14h-18h) 10/12/2024 (9h-13h) 12/12/2024 (9h-13h)
Online
Teresa Silva
As empresas são grandes emissoras de gases poluentes e, como tal, desempenham um papel vital na transição energética. A descarbonização visa reduzir as emissões de carbono, em especial o dióxido de carbono (CO2). A descarbonização pretende transformar profundamente a economia através da eliminação do uso de combustíveis fósseis, responsáveis por 75% da procura energética mundial. Esta ação pretende alavancar o processo de descarbonização nas empresas.
12-11-2024 (9h-13h)
14-11-2024 (9h-13h)
26-11-2024 (9h-13h)
28-11-2024 (9h-13h)
Online
Ana Pereira
A implementação de um Sistema de Gestão Ambiental é essencial numa estratégia de sustentabilidade e redução do impacto ambiental das empresas. “Proporcionar às Organizações um enquadramento para proteger o ambiente e responder às alterações das condições ambientais, em equilíbrio com as necessidades socioeconómicas”. É este, de forma sintética, o objetivo da ISO 14001:2015 – Sistemas de Gestão Ambiental. Será adotada uma abordagem teórico / prática procurando trazer para o contexto de formação casos reais das empresas participantes.
16/12/2024 (9h-13h) 18/12/2024 (9h-13h) 07/01/2024 (9h-13h) 09/01/2024 (14h-18h)
Online
Teresa Silva
O impacto dos custos energéticos na competitividade das empresas e organizações é, hoje em dia, algo inquestionável.
Este facto conduziu a um esforço significativo, por parte destas, na melhoria da sua eficiência energética através da aquisição de equipamentos mais eficientes e na melhoria dos processos.
No entanto, neste momento, é importante assegurar a otimização energética das empresas e organizações de forma global.
Deste modo, é necessário considerar não só os aspectos técnicos mas, também, os factores operacionais e organizativos. É este o papel dos sistemas de gestão de energia.
A recente publicação da norma ISO 50001 veio estabelecer um quadro de referência para o definição e implementação dos sistemas de gestão de energia em geral, permitindo, ainda, a adopção de práticas corretas de benchmarking inter e intra organizações.
Será adotada uma abordagem teórico/prática procurando trazer para o contexto de formação casos reais das empresas participantes.
14/01 (14h-18h)
16/01 (9h-13h)
data a definir
data a definir
Online
Teresa Silva
O mundo empresarial e a sociedade em geral, estão cada vez mais conscientes e exigentes no que se refere à sustentabilidade das organizações e dos seus produtos ou serviços, o que se reflete em todos os setores económicos ao nível das respetivas cadeias de fornecimento e valor.
Neste contexto, calcular, reportar e publicar a pegada de carbono dos seus processos e/ou serviços, é uma mais valia competitiva, contribuindo igualmente para alcançar a sustentabilidade.
18-02-2025 (9h-13h)
20-02-2025 (14h-18h)
25-02-2025 (14h-18h)
27-02-2025 (9h-13h)
Online
Ana Gonçalves e Leonor Mata
A crescente pressão regulatória e a procura do mercado por práticas sustentáveis estão a incentivar as empresas a adotarem estratégias mais robustas para medir e reduzir o impacto ambiental dos seus produtos. O cálculo da pegada de produto, que envolve a quantificação das emissões de carbono e outros impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida do produto, tornou-se uma ferramenta essencial para as empresas que procuram não apenas cumprir as regulamentações, mas também diferenciar-se num mercado cada vez mais orientado para a sustentabilidade.
A definir
Online
Ana Pereira
Mais do que nunca, os stakeholders pretendem ter informações sobre o desempenho das organizações em matéria de sustentabilidade e sobre as suas atividades de apoio à comunidade, de gestão do capital humano, de combate às alterações climáticas, de proteção dos recursos ambientais, entre outros aspetos. O relato de sustentabilidade tem vindo a evoluir, quer por via de pressões regulatórias, quer por via da pressão de acionistas e investidores para a adoção de framework de reporte comum. Entre as pressões regulatórias destaca-se a Diretiva de Reporte Corporativo de Sustentabilidade (CSRD), que vem alterar a Diretiva 2014/95/EU, relativa ao reporte de informação não financeira, trazendo obrigações de reporte mais exigentes para um conjunto mais alargado de empresas. A nova Diretiva, juntamente com o Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis (SFDR) e com o Regulamento da Taxonomia (Regulamento 2020/852) constituem as componentes centrais dos requisitos do novo framework de reporte de sustentabilidade, que visa apoiar a estratégia de financiamento sustentável da UE. Será adoptada uma abordagem teórico / prática procurando trazer para o contexto de formação casos reais das empresas participantes.
A definir
Online
Ana Pereira
Falar de sustentabilidade nos negócios é falar de um desenvolvimento baseado em três vértices: o económico, o ambiental e o social. Quando combinado estrategicamente, este triângulo resulta numa atividade empresarial com impactos reduzidos no ambiente e nas comunidades, colaboradores felizes, mas também um valor acrescentado para o seu negócio. Saiba porquê e quais os indicadores de sustentabilidade mais relevantes na avaliação da sua empresa.
A definir
Online
Teresa Silva
Na conjuntura atual as empresas deparam-se com a necessidade constante de se adaptarem às novas necessidades do mercado. Têm vindo a crescer o número de empresas que assumiram que agir de forma ambientalmente responsável é mais do que que uma obrigação legal, pois afeta de forma positiva o sucesso dos seus negócios. A melhoria do desempenho ambiental, passou a fazer parte da estratégia das empresas. A definição de objetivos estratégicos na área ambiental deve ser suportada por um conjunto de indicadores, que permitam avaliar o impacto das medidas implementadas e consequentemente se os objetivos estão a ser atingidos. A definição de indicadores, também conhecidos como KPI (Key Performance Indicators), permite às empresas avaliar o seu desempenho na área ambiental. Por outro lado, a medição e análise dos indicadores, permitem reportar o que se mede, atribuir responsabilidades, monitorizar e avaliar, e desencadear ações de melhoria. Um dos suportes utilizados para a definição de KPI na área do desempenho ambiental é a norma IS0 14031: Gestão ambiental – Avaliação de desempenho ambiental – Diretrizes.
Preparar profissionais com conhecimento sobre Gestão da Sustentabilidade, Economia Circular e Descarbonização, habilitando-os para refletir e operacionalizar ações com propósito e impacto positivo nas suas organizações.